O DRAGÃO-XAMÃ DO MAR CARIOCA
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Publicado: Quarta, 31 Agosto 2011 11:44
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Paralisei, incrédulo, perante o inenarrável cenário que vi
Assim, absorto diante do mar, em contemplação o xamã Salvany
Ainda que mil anos vivesse, jamais dia algum poderia esquecer
A irrepetível aparição daquela noite, na bruma sombria do CMPV
Vislumbrei desatinos, na escuridão tardia de uma sexta-feira de agosto
Ali, talvez, reminiscências de encontros em remotos passados ignotos
Que o Baluarte as guarda na memória e no ar, da gloriosa Escola Militar
Aliás, palco perfeito para o renascimento e meditação do eminente avatar
Aturdido, confuso, me aproximei passo a passo com redobrada cautela
Impossível corporificar-se, agora, a presença do intelectual de Iracema
Ledo engano, vera última forma sonora, deleta, apaga, retumbante errata
Quando perto avistei uma senha inconteste, o negror do boné-grife Pirata
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