Espadim de 1969

Espadim 1969

Enfim, a Formatura!

Tu MMM 72

O CORONEL, O SOLDADO E A FERRAMENTA.

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Era o ano de 1985 e eu, capitão aperfeiçoado, comandava a Companhia de Comando da Brigada de Infantaria Pára-quedista. Aproximava-se o início da Operação SACI e a Brigada vivia uma agitação fenomenal. Afinal, essa operação era o exercício de campo que coroava o ano de instrução da Brigada e todas as atenções estavam direcionadas para a FT SANTOS DUMONT. Os meios disponíveis da FAB eram canalizados em apoio ao desenvolvimento do componente aéreo da operação. Os Estados-Maiores da Brigada e da FAT faziam seus acertos para que o assalto aeroterrestre pudesse contar com o maior número de aeronaves, o que acrescentaria ao exercício a qualidade desejada em termos de planejamento e execução. Os integrantes da 3ª Seção e Seção de Planejamento da Brigada realizavam os cálculos das necessidades em querosene de aviação, Classe I e pára-quedas, entre outros itens de suprimento de relevância para a operação.

A minha subunidade tinha, também, um papel importante nessa operação. Além de apoiar o Comando da Brigada no desdobramento do Posto de Comando na área de operações, seus integrantes mobiliavam as diversas seções de Estado-Maior e, também, as denominadas de repartições administrativas. Fui convocado pelo chefe da 3ª Seção e lá compareci. Adentrei a imensa sala situada no QG, cumprimentei os oficiais e praças, notando a grande agitação reinante. Apresentei-me ao Chefe e, após as saudações, sentei-me.

O Chefe da 3ª Seção da Brigada era o coronel de Artilharia WENCESLAU MALTA. Suas qualidades profissionais eram sobejamente testadas pela diversidade de missões que lhe eram afetas e pela própria dinâmica que a atividade de salto acrescenta a qualquer modalidade de instrução militar. Por diversas vezes pude observar a forma peculiar com que o Chefe da 3ª Seção controlava as situações adversas, empregando a sua experiência profissional e o bom humor, fatores que contagiavam aqueles que se encontravam trabalhando sob suas ordens. Em determinada ocasião, uma subunidade de um Batalhão que acabara de realizar um exercício em Boa Vista (RR) necessitava de resgate aéreo com urgência. Entretanto, as aeronaves inicialmente direcionadas para aquele apoio tinham sido deslocadas para atender uma calamidade em parte do território nacional. Ao mesmo tempo, o Centro de Instrução solicitava prioridade para resgatar os alunos do Curso de Forças Especiais que haviam terminado uma semana de intensos exercícios em Porto Murtinho (MS) e deveriam se deslocar para o CIGS, em Manaus (AM). Como conseguir aeronaves para atender as necessidades apresentadas naquele momento, no desenrolar de tantas outras missões em andamento? No calor de toda aquela situação delicada o coronel reagia da seguinte forma: abria um sorriso que deixava dúvidas se era de pavor ou zombaria com o problema apresentado e, ato contínuo, disparava uma série de impropérios. Após essa natural descontração, começava a distribuir ordens que contribuíam para solucionar aquela momentânea dificuldade. Normalmente, conseguia o seu intento com sucesso e a paz voltava a sua seção. Por pouco tempo.

O coronel Malta foi campeão olímpico de pentatlo moderno, um dos mais destacados atletas do Exército e orgulho da Turma de 1954 da AMAN. Como ser humano, era uma pessoa dotada de excelente humor, educado, prestativo e sabia valorizar a vida com intensidade. A prática de esportes contribuiu para que ostentasse uma capacidade física invejável. Exímio jogador de dupla de voleibol confiava na sua habilidade no trato com a bola e o domínio da quadra. Dessa forma, mantinha uma caderneta destinada a controlar os militares e civis que lhe deviam rodadas de chopes, em razão de partidas perdidas em calorosos embates nas quadras de areia, cimento e praia. O nome naquela caderneta era motivo de gozação.

Como já narrado, encontrava-me sentado em frente a sua mesa de trabalho para acertar os detalhes do apoio que a companhia deveria prestar ao Comando da Brigada na Operação SACI. Inicialmente, negociávamos a composição da minha equipe na operação, em face das restrições de aeronaves. De repente, toca o telefone e o coronel identifica do outro lado da linha um major da AD/1, velho freguês de dupla de voleibol e perdedor sempre ávido a solicitar uma revanche, em razão de sua dívida em choppes alcançar números preocupantes para um jogador com reputação naquela atividade. O major estava desafiando o coronel para uma partida na quadra do QG da Brigada, às 16h30min daquela tarde. Rapidamente, como uma águia a espreita, o coronel quis saber quem era o parceiro do seu desafiador, pois esse dado era fundamental para que ele pudesse avaliar os riscos e escolher quem seria o seu companheiro na partida. O major respondeu que era um tenente de Artilharia. Completou, acrescentando o nome, a unidade e a Turma da AMAN. O coronel anotou os dados e, prontamente, aceitou o desafio. Antes, porém, lembrou ao major que a partida seria realizada de acordo com a cláusula mais importante do regimento interno que controlava aquele tipo de embate: o perdedor pagaria dois choppes ao vencedor.

Enquanto acertávamos detalhes da operação, ele emanava uma série de ordens. Solicitou que fosse realizada uma ligação telefônica com o comandante do 8º GAC Pqdt, em razão do tenente ser de Artilharia e, como explanado, ele precisava de informações sobre o oficial subalterno que jogaria ao lado do major. Comandava a unidade o Coronel de Artilharia Ary Schittini Mesquita. Ele recebeu do coronel Malta a solicitação de localizar um tenente que pertencesse a Turma de AMAN do parceiro do major. Pouco depois, ligou um tenente do GACPqdt e passou informações vitais para o coronel. Revelou que o seu companheiro de Turma era um excelente jogador de voleibol, com passagens pela seleção da Academia, Festival Sul-Americano de Cadetes e das Forças Armadas. Um verdadeiro atleta, consagrado campeão da modalidade e hábil no jogo de dupla. Percebi que, a partir dessas informações, o Chefe da 3ª Seção demonstrava preocupação com o adversário. Ele, então, revelou que precisava alterar a estratégia para derrotar o velho freguês.

Um dos seus parceiros mais habitual era o então capitão Fernando Azevedo e Silva, da Turma de 1976 e atual oficial general, com passagens pelas diversas seleções da Força e excelente jogador de dupla. Mas, para aquele embate, era preciso equilibrar as equipes no quesito juventude. Para tanto, realizou um contato telefônico com o comandante do 20º BlogPqdt, Coronel Eng Manoel Cândido de Andrade, ao qual solicitou que o soldado Marcos fosse liberado para estar na quadra de voleibol do QG da Brigada, naquela tarde, às 16h30min. Recomendou, com muita ênfase, que o soldado não se esquecesse de conduzir a ferramenta.

Não pude me conter e questionei que ferramenta era aquela e porque a escolha do soldado Marcos. O coronel disse-me que o soldado era levantador do time de Voleibol do Botafogo, que a época possuía o melhor esquadrão do Rio de Janeiro, o que equilibraria a contenda quanto o aspecto juventude. Quanto à ferramenta, manteve a surpresa. Ele convidou-me a assistir a partida e verificar, com os próprios olhos, a necessidade e a importância daquele instrumento específico de trabalho para o embate.

Passei o restante da manhã pensando qual seria a importância da misteriosa ferramenta e torcendo que chegasse logo à hora da partida. Após realizar a formatura rotineira de término de expediente e dispensar a subunidade, iniciei o deslocamento para o Quartel-General da Brigada, local onde seria realizada a partida. Ao Chegar, encontrei o major e seu parceiro. O oficial superior vestia um calção preto e demonstrava possuir intimidade com a atividade que iria desenvolver. O seu parceiro, jovem oficial subalterno, não poupava esforços para evitar que a bola tocasse o chão, naqueles momentos de aquecimento que antecedia a peleja. A impressão que se tinha era de que o entrosamento da dupla chegava próximo da perfeição. Tudo pronto. Faltavam o coronel Malta e o seu companheiro de equipe.

Não foi difícil identificar o soldado Marcos. Àquela hora, somente estavam no QG o pessoal de serviço e alguns integrantes da 3ª Seção. Dessa forma, qualquer outro militar que estivesse na área da quadra chamava a atenção. Visualizei, a uns vinte metros, um soldado com uma tesoura de cortar grama. O dito cortador, aliás, enganador, devia ser o soldado Marcos. Fingia que estava realizando uma tarefa árdua e cumpria seu papel no espetáculo preparado pelo coronel.

Chega o coronel Malta. Aos berros, reclama do atraso do capitão Fernando e solicita que o Comandante da Guarda do QG realize ligações telefônicas para o Destacamento Precursor Pqdt e baiúca dos Afonsos, na busca do paradeiro do citado oficial. Ora, o capitão Fernando estava realizando uma atividade longe do Rio de Janeiro e nem sabia da partida. Tudo era uma encenação da velha e ladina raposa. Claro que o capitão não foi localizado e, no momento, crescia a possibilidade de a partida não se realizar.

Ao perceber a situação, o major começa a lamentar que a partida não fosse acontecer e que, pensando com seus botões, ele não poderia perder a chance de derrotar o coronel, abatendo de sua extensa dívida dois choppes. Foi uma atividade estudada com muita cautela. Idealizada e programada para vencer, principalmente, em face da escolha de seu parceiro. Tinham realizados vários treinamentos e o momento era aquele. Talvez não houvesse outra oportunidade como a que se apresentava.

O coronel, então, é pressionado pelo major. Demonstrando ansiedade, o desafiante afirma que a partida precisa ser realizada. A ausência do capitão Fernando não pode ser motivo para suspender a peleja.  O coronel argumenta que não iria correr de um desafio, pois tinha uma estória de conquistas a defender. Era só encontrar um parceiro. Qualquer um! Exclama o coronel.

Momentos de tensão.

O coronel procura, olha para todos os cantos e, num lance estudado, localiza o solitário soldado. Concentra o olhar na direção do soldado, que continuava fingindo estar utilizando a tesoura, e pergunta: “Mocorongo! Ei! Mocorongo! você sabe jogar voleibol? Com hesitação, o soldado responde que sim, sem demonstrar muita firmeza, como se a sua participação fosse apenas para permitir a realização da partida. Virando-se para o major, o coronel, com a expressão facial de lamento, questiona: “Aceita ele como meu parceiro?

O major ou qualquer cristão que estivesse assistindo a cena jamais iria pensar ou acreditar que um soldado, com uma tesoura de cortar grama, pudesse incomodar uma dupla treinada e pronta para derrotar qualquer adversário. Também, deve ter pensado, que sorte a deles que aquele militar estava ali naquele momento. O coronel não poderia convocar um soldado da guarda do QG. Impossível essa hipótese. O major deve ter raciocinado: “um soldado e, ainda, portando uma tesoura de cortar grama. Chamado de mocorongo. Isso é sopa demais”. Aceitou.

O coronel, então, convoca o soldado para a partida e alerta, em tom baixo: “Marcos! garoto! mesmo esquema de sempre, perdemos a primeira e ganhamos as outras duas”. Virou-se para mim e falou: “percebeu, capitão, que ninguém acredita que um soldado, manuseando uma tesoura de cortar grama e sendo chamado de mocorongo, possa ser um excelente jogador de dupla de voleibol. Esse é o mistério da ferramenta. A sua presença no local da contenda confunde o adversário”. Concluiu, com o sorriso maroto.

Foi o que aconteceu. Derrota do major e do tenente. Ao término da partida, pude ver o coronel anotando mais dois choppes na conta do major, em sua inseparável caderneta. O coronel Malta, que era um cavalheiro, convidou para que todos fossem ao “MARLENE”, tradicional restaurante localizado em frente ao Portão da Base Aérea dos Afonsos, a fim de consumirem rodadas de choppes. É claro que seriam pagas pelo major, naturalmente.

Relembrando esse episódio, presto minha homenagem ao chefe e amigo, no momento em que tomo o conhecimento de seu passamento, em dezembro de 2010. De luto o Exército Brasileiro, a Artilharia Pára-quedista, seus amigos, admiradores e jogadores de dupla de voleibol.

Cadete 1247 Simões Junior – Curso de Infantaria - AMAN 1972.{jcomments on}

Causos da Turma

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O CADETE e o cheque!

Eram tempos de espera e ansiedade. Aproximava-se o Dia da Festa da Espada e os integrantes da garbosa Turma Marechal Mascarenhas de Morais não cabiam em si de orgulho e sentimento de dever cumprido. As rotineiras e cansativas entradas no PTM para afiar os cadetes no treinamento para a festa, o portar a espada de oficial do Exército Brasileiro, o experimentar diário dos novos uniformes que envergaríamos como aspirantes, a organizada passeata após o jantar, com os fuscas zero bala pelas ruas de Resende, as notícias sobre a viagem dos pais, namoradas e madrinhas em direção a AMAN e, para não fugir a regra, o famoso coral alertando a bicharada, calourada e afins que faltavam quatro dias para o aspirantado, tudo fazia parte desses momentos inesquecíveis, nossos últimos dias como cadete.

Além das preocupações normais com a nova etapa na vida profissional, eu tinha uma importante atividade dias após receber a estrela de aspirante: meu casamento com a Clara. Após quatro anos de namoro e noivado, avaliei que era interessante aproveitar a presença de minha mãe (meu pai falecera), irmãos e parentes em Resende para me casar. Estava classificado em Goiânia (GO) e pretendia, após os dois anos de serviço na unidade, tentar uma transferência para o Batalhão de Polícia do Exército de Brasília. Dessa forma, o princípio da oportunidade tinha que ser aproveitado.

Avaliei que precisaria dispor de uma quantia a mais do que fui provido em recursos financeiros pela conclusão do curso, para somar aquilo que receberia de presentes de casamento. Resolvi solicitar um empréstimo de Cr$ 9.000,00 (nove mil cruzeiros) na CAPEMI. A entidade tinha realizado uma palestra na AMAN sobre a necessidade de o militar possuir um seguro de vida e oferecia a oportunidade do futuro aspirante dispor dessa citada quantia como empréstimo consignável.

Acredito que o fato tenha acontecido na quinta-feira antes do dia da Entrega da Espada. O recebimento dos cheques do empréstimo da CAPEMI se fazia por ordem alfabética nas dependências da SAM, ali ao lado do CC. Esperei com muita calma, já que meu nome é Valter. No momento da entrega do cheque, lembro-me que, entre outros estava na fila o Walber Guerreiro, do Curso de Infantaria. Aproximei-me e o representante da CAPEMI, trajando um terno preto, entregou-me um cheque no valor de oito mil e novecentos e vinte e poucos cruzeiros.

Recusei-me a assinar o recebimento do dito cheque, argumentado que o valor correto era nove mil cruzeiros. O cidadão disse: aspirante, existem descontos de taxa de seguro, risco saúde, queda da bolsa de New York, vitória do Flamengo, eleição do “cacareco” e outras pendências normais do mundo financeiro. Esse procedimento está correto e é praticado com todos os que solicitam empréstimo. Não se preocupe, está tudo correto.

Havia, na sala da SAM, um cartaz da CAPEMI fazendo referência à possibilidade do empréstimo, bem elaborado e ostentava, em destaque, o valor de nove mil cruzeiros. Acho que era o limite que nós, os aspirantes, podíamos receber, dentro de uma margem consignável. Apontei para a propaganda da CAPEMI e disse: entendo que o valor que eu solicitei é o que se encontra ressaltado neste cartaz da sua empresa. Ali, não explica nada sobre descontos.

Encontrava-se presente no local, outro cidadão de terno, aparentando ter uns sessenta e poucos anos de idade. Virou-se o meu interlocutor e disse: general, o cadete recusa-se a receber o cheque. Pronto. Levei uma enquadrada. Antes era aspirante, agora voltei a ser cadete e estava criando problema ao desenrolar da atividade.  A idéia de dispor dessa importância para o casamento sofria o primeiro abalo. Pensei em desistir, não do casamento. Entretanto, eu estava correto. Segui em frente.

O general, muito educado, tornou a me explicar as razões para que a CAPEMI realizasse aquele procedimento rotineiro de abater do montante solicitado os descontos obrigatórios. Eu, na posição de sentido, escutava e, como resposta, apontava o cartaz. Mantive a posição e estava decidido: recebia o que tinha solicitado ou não haveria empréstimo. Nesse momento, o Walber manifestou-se afirmando que estava solidário comigo e não receberia o cheque com descontos. Momento de tensão.

A experiência do general, chefe militar, valeu nessa hora. Ele disse: cadete, acho que não agimos com a transparência que se faz necessário em transações como esta. Vocês deviam ser informados de tudo, inclusive os descontos obrigatórios. Vou comunicar a direção da CAPEMI o fato e gostaria que você comparecesse na sede da instituição na segunda-feira, pois é o dia de reunião da diretoria e seu caso, fatalmente, será avaliado.  Despedimo-nos, com a promessa de novo encontro no dia aprazado.

Na segunda-feira, após a missa e o baile, compareci a sede da CAPEMI. Se não me engano, fica na rua Sete de Setembro, no centro do Rio de Janeiro. Lá, fui recebido pela secretária da direção da CAPEMI e, pouco tempo depois, o general surgiu na sala e entregou-me um cheque nominal no valor de Cr$ 9.000,00. Emocionado, ele disse: a direção da CAPEMI reconhece que precisa modificar o relacionamento com a AMAN, no tocante a empréstimos destinados aos aspirantes. Decidiu, ainda, devolver a todos os aspirantes, seus colegas, que foram penalizados com os descontos obrigatórios, a importância recolhida à maior. Pretende, também, alterar a palestra ministrada para os futuros aspirantes, de maneira a permitir um esclarecimento amplo e transparente a respeito da transação com empréstimos financeiros. Finalmente, concluiu: os cartazes serão recolhidos e passarão por aperfeiçoamentos.

Saí com um sorriso de vitória estampado na face. Venceu a ousadia do cadete. O valor descontado no empréstimo foi ressarcido pela CAPEMI para todos que o realizaram, conforme pude averiguar com os companheiros do 36º BIMtz. Não posso afirmar se, a época, um documento da CAPEMI informou a decisão de devolver os descontos. Provavelmente, não. O INFORMEX não circulava. Alguns nem perceberam a devolução. Aspirante da MMM não se preocupava com contracheque. Se o líquido estava próximo daquilo depositado no mês anterior, nada a reclamar.

Ao relembrar este “causo’, fiz questão de consultar a pasta com as minhas alterações. Nela está escrito e transcrevo: “CONSIGNAÇÃO – AVERBAÇÃO: Em 2 Jan, foi público ter sido mandado averbar nos seus vencimentos, em favos da CAPEMI, as importâncias de Cr$ 40,00 e Cr$ 381,00 a partir de fev 73, referente a pecúlio e empréstimo, respectivamente ( pecúlio: sem prazo e empréstimo por 24 meses).

Entendo, agora, que aquele general deveria se tornar o patrono do atual PROCON. Ele percebeu a cerca de trinta e sete anos atrás, que aquilo era uma propaganda enganosa. Era um homem a frente do seu tempo.

Simões Junior – Cadete Nr 1247- C Inf.{jcomments on}

Brasília - Reunião de São João!

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Os integrantes da Tu MMM 72 - Brasilia - DF se reuniram para mais uma rodada de bate-papo e colocação dos assuntos em dia. Regado a bom vinho orientado pelo nosso enólogo de longo tempo - Figueiredo - se seguiu algumas experimentações. Umas ausências sentidas e outras presenças estimuladas. Primo aproveitou o descanso para dar o ar da graça. Quem vive na ativa tem um outro ritmo.

Simões Junior com muita pressa para viajar e comemorar o aniversário da netinha. Vai dar uma visitadinha no grupo do CMPV aumentando os laços de amizade de nossa turma. Ribas ressentido de não poder entrar no vinho trouxe o seu sósia como apoio. Aproveitamos para comemorar o aniversário de 44 integrantes da Turma que fizeram aniversário em Junho. Cantamos parabéns por todos da Turma desse nosso grande Brasil.Também entrou no rol o Theo, neto de Esvael recém chegado.{jcomments on}

Vida Nova para os Vovos...Esvael

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Theo será um cara muito feliz

Às 7h35 da manhã de 02 de junho de 2011 vivenciei um dos momentos mais emocionantes e inesquecíveis de minha existência. Pela TV do hospital, ao vivo e em cores, assisti ao nascimento do meu neto THEO. Quanta emoção! Seu choro espontâneo, primeiro sinal de vida, desencadeou meu choro incontido, repleto de emoção e agradecimento a Deus por vê-lo chegar perfeito e sadio. Se pudesse determinar seu futuro, gostaria de vê-lo como cidadão cumpridor de seus deveres, profissional bem-sucedido, ser humano de agradável convívio, pessoa de bem com a vida, enfim, um cara legal e... torcedor do Corinthians!


Na primeira oportunidade, vibrando, informei meus amigos sobre seu nascimento. E autorizei-os a avisar IBGE, IBOPE, Andrés Sanchez e demais interessados... Mas bem que poderia ter incluído GAVIÕES DA FIEL e Ronaldo, o “Fenômeno”, que o corinthiano THEO chegava neste mundão de meu Deus, mandando recado para o bando de 25 milhões de loucos: “Sou novo aqui!”. Como soe acontecer em se tratando de Corinthians, as opiniões se dividiram. Eu não esperava outra coisa!

São Paulo, não o time, mas minha cidade natal, se divide em dia de jogo do Timão. Metade sofre até o último instante, esperando pelo gol salvador ou pelo apito do juiz que vai por fim à pressão adversária; e metade torce contra e vibra com a nossa derrota ou desliga a televisão de raiva para não assistir a nossa comemoração.

Leia mais:Vida Nova para os Vovos...Esvael

ENCONTRO SOBRE AS ONDAS!

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Dançando rumo ao Prata no Costa Fortuna, com muito tango, milonga e também todos os ritmos da dança de salão...uma festa dançante rumo a Buenos Aires, onde os acordes de bandoneon remetem ao tango. Mas atenção: este evento oferece muito mais. Aulas e estações dançantes dedicadas a diferentes ritmos animam os dias e noites a bordo, grandes nomes ensinam e exibem sua arte em shows exclusivos, personal dancers tiram as damas para dançar nos bailes. Sem falar dos encantos de Buenos Aires, que seduzem os cruzeiristas...

 

Nosso Patrono

Marechal Mascarenhas de Moraes

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Formando líderes para o Brasil!

Aniversariantes

  • 25 PEDRO NOGUEIRA FILHO PEDRO NOGUEIRA FILHO 78 
  • 27 MARCOS DE BONIS ALMEIDA SIMÕES MARCOS DE BONIS ALMEIDA SIMÕES 77
  • 27 JOÃO ARTUR BANDEIRA SETTE JOÃO ARTUR BANDEIRA SETTE 77
  • 30 ROGÉRIO GUIMARÃES DE GUSMÃO ROGÉRIO GUIMARÃES DE GUSMÃO 76
  • 30 HAMILTON CAVALCANTI CORDEIRO HAMILTON CAVALCANTI CORDEIRO 80
  • 1 PLINIO BOLDO PLINIO BOLDO 76
  • 2 CARLOS ALBERTO AMENDOLA CARLOS ALBERTO AMENDOLA 76

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Alexandre Garcia

O conhecido e respeitado comentarista político Alexandre Garcia é Voz na Gazeta do Povo. Acesse e leia suas análises exclusivas!

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